Prefeitura terá que sanar problemas no Trauminha

 

Vistoria feita pelo Ministério Público no Hospital Ortatrauma, o Trauminha de Mangabeira

O Ministério Público da Paraíba e o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) realizaram, na manhã desta segunda-feira (02/05), uma fiscalização conjunta no Complexo Hospitalar de Mangabeira e constataram falta de insumos e medicamentos utilizados na área de anestesiologia. O MPPB e o CRM deram prazo até o dia 15 de maio para resolver o desabastecimento.

A fiscalização foi conduzida pela promotora de Justiça da Saúde da Capital, Jovana Tabosa, acompanhada dos assessores Bruno Ximenes e Marcelo Paiva Lyra; e pelo diretor de fiscalização do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza.

De acordo com a promotora Jovana Tabosa, aportou no MPPB uma denúncia acerca de falta de insumos e de medicamentos referentes à anestesiologia que estavam provocando o cancelamento de procedimentos cirúrgicos agendados.

Foram inspecionados a farmácia central e o bloco cirúrgico do hospital e foi constatada a ausência ou quantidade mínima de medicamentos como propofol, etomidato, cetamina, entre outros medicamentos de uso anestésico, e insumos como cânula de guedel.

Em reunião com o corpo diretivo do hospital, após a fiscalização, o CRM apresentou a lista de medicamentos que estão faltando e o MPPB deu prazo até o dia 15 de maio para serem providenciados com estoque suficiente para 15 dias.

Durante a inspeção, o CRM observou ainda a ausência de acessórios para a sala de recuperação pós-anestésica e sala de observação. O MPPB e o CRM concederam prazo de 48 horas para que esses acessórios sejam providenciados.

O MPPB também requisitou ao hospital informações sobre as cirurgias que foram canceladas nos últimos meses e os motivos do cancelamento, a série histórica de 2021 de uso dos medicamentos e a programação para 2022. A direção do hospital também deverá encaminhar novo fluxo de trabalho da farmácia que está sendo construído.

MaisPB

Postar um comentário

0 Comentários