Ao reassumir governo do Estado, João Azevedo destaca equilíbrio na relação entre os poderes

 


Após reassumir o Governo do Estado, neste domingo (24), após 10 dias de licença para descansar,  o governador João Azevêdo (PSB), ressaltou  o equilíbrio na relação entre poderes. O governador utilizou suas redes sociais para agradecer ao presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Saulo Benevides, por ter comandado o poder executivo estadual ao longo dos últimos dez dias.

 João apontou o período e a transição pacífica entre os nomes durante o período em que precisou acontecer a alternância como uma demonstração de equilíbrio entre os poderes públicos na Paraíba.

 “Desempenhou a função com equilíbrio, sensatez e a seriedade que são marcas de sua trajetória na vida pública”, afirmou o governador sobre a postura adotada pelo desembargador ao longo destes dez dias à frente do governo.

 João complementou afirmando que atualmente a Paraíba está sendo construída pelas mãos de muitas pessoas que tem compromisso com o povo paraibano.

“Isso é resultado de dias de respeito e equilíbrio na relação entre os poderes e instituições que  trabalham conjuntamente para melhorar a vida dos paraibanos”, concluiu.

 Ele agradeceu a forma como o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba conduziu os destinos do Estado.

Quero agradecer ao presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Saulo Benevides, que assumiu o Governo do Estado nos últimos 10 dias de minha ausência e desempenhou a função com equilíbrio, sensatez e a seriedade que são marcas de sua trajetória na vida pública.

 Enquanto esteve ausente da função, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), o desembargador Saulo Benevides, assumiu a responsabilidade de manter o rito administrativo do Governo do Estado.

O desembargador Saulo Benevides, terceiro na linha sucessória, assumiu o cargo de governador, em virtude dos impedimentos da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) e do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), que devem disputar mandatos eletivos no pleito eleitoral deste ano e ficariam inelegíveis, caso assumissem a função de governador.

SL

PB Agora

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