Suspeito de matar empresário tem pedido de liberdade negado pelo TJPB


A Justiça da Paraíba, negou o parecer do Ministério Público, pedindo o habeas corpus, em favor do réu Cícero Antônio da Cruz Almeida, preso preventivamente, investigado pela prática do crime de homicídio qualificado contra o próprio sogro, o empresário Arnóbio Ferreira Nunes, ocorrido no dia 24 de novembro de 2017.
O crime ocorreu, no bairro de Manaíra, na Zona Leste de João Pessoa, em frente ao grupo imobiliário do qual a vítima era sócia-proprietária. 
O relator do processo, oriundo da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca da Capital, foi o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos.
De acordo com a denúncia, a vítima chegava ao local de trabalho em um veículo Fiat Strada, de propriedade da empresa, conduzido pelo motorista. Arnóbio ocupava a posição de carona, quando uma pessoa em uma moto preta anunciou um suposto assalto. Após render o motorista, o criminoso, Josivaldo Pinheiro da Silva, se dirigiu para o empresário e, sem qualquer reação da vítima, encostou o cano da arma de fogo em seu peito esquerdo e efetuou um disparo, momento em que a vítima caiu no chão, já sem vida.
A denúncia aponta, ainda, que Josivaldo, um dia antes do crime e no próprio dia deste, fez chamadas telefônicas para o celular do usuário Carlos Rogério da Silva Pereira, (apontado como coautor). As investigações apontaram que Carlos manteve, em três dias distintos, contato telefônicos com Cícero Antônio da Cruz Almeida, asseverando que, nos diálogos travados entre Carlos e Cícero, se tratou do repasse de pagamento deste para aquele, bem como restou clara a preocupação de Cícero acerca do silêncio de Josivaldo (executor do delito), o qual já estava preso, para a manutenção do seu anonimato. De acordo com as investigações, o objetivo seria não ser descoberto como autor intelectual do delito.

paraiba.com.br 

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