Para Anísio novo inquérito da PF sobre ataque a Bolsonaro pode ser tentativa de criminalização do PT


O deputado estadual e candidato a reeleição, Anísio Maia (PT), questionou os interesses da Polícia Federal em adiar a divulgação do resultado das investigações a respeito do atentado contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) para as vésperas da eleição, com a abertura de um novo inquérito.
De acordo com Anísio, baseado em eleições anteriores onde uma emissora de TV e suas aliadas apresentam de última hora "notícias inverídicas" e citou os casos de 1989, na segunda campanha de Lula com o caso do seqüestro de Abílio Diniz e com Dilma em 2014. "O que mudou no comportamento da mídia e da Polícia Federal?", questionou.
Para Anísio, o relatório da polícia é claro, não há nenhuma ligação dele com nenhum político e o homem apresenta traços de insanidade. "Não tem nada na conta dele, nem telefone misterioso, nada. Por que não concluir o inquérito. Vai procurar mais o que?", questionou emendando que se for para investigar, que faça de maneira completa com mais 30 ou 60 dias para conclusão do inquérito.
O deputado vê a divulgação no dia 05 de outubro, dois dias antes do pleito, uma manobra, pois o partido já foi vítima deste tipo de ação outras vezes. "Não vamos admitir mais uma fraude na eleição", diz.

paraiba.com.br

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