Evento reúne em Campina apoiadores de Renato e Leonardo Gadelha

Foto: Leonardo Silva
Foto: Leonardo Silva
O PSC de Campina Grande reuniu um grupo de amigos e simpatizantes de suas principais lideranças na cidade, neste domingo, na casa de shows Spazzio.
O evento teve como anfitrião o empresário Dalton Gadelha, chanceler da Unifacisa, e contou com as presenças do prefeito Romero Rodrigues; dos deputados Marcondes Gadelha (presidente do PSC/PB) e Renato Gadelha, como também do postulante à Câmara Federal Leonardo Gadelha.
Em pronunciamento informal, Romero destacou que vivenciamos um período “atípico” na política nacional. “Vai ser a eleição mais diferente da história do Brasil”, prognosticou.
“Está todo mundo chateado com os políticos e deixando de se envolver na campanha”, assinalou Romero.
O prefeito registrou que é “sabedor” dos compromissos que estão sendo assumidos por Leonardo Gadelha perante o eleitorado campinense, em sendo eleito.
“Ele deverá suceder Rômulo Gouveia (ex-deputado falecido este ano). Leonardo é um dos mais talentosos homens públicos da Paraíba na atualidade”, sublinhou Romero.
O chefe do Executivo campinense observou aos presentes que “se Campina fizer o seu ´dever de casa´, Leonardo chega lá (no Congresso Nacional)”.
Ao fazer uso da palavra, Renato Gadelha assinalou que “o Brasil vive o momento mais difícil de sua história”.
Ele ressaltou que “há um mecanismo gigantesco a ser usado. Precisamos acertar o nosso voto. Caso contrário, o País viverá momentos difíceis”.
– Deixar de votar é um crime contra a democracia – exclamou Renato.
Ao final, o parlamentar se referiu à sucessão estadual. Ao defender o nome de Lucélio Cartaxo (PV) para governador, Renato enfatizou que “ele não vai perseguir Campina, porque não vamos deixar nem ele quer isso”.
O ponto inicial da fala de Leonardo Gadelha foi direcionado ao seu tio Dalton, por ele qualificado como “o maior referencial do empreendedorismo no interior da Paraíba”.
Ao tratar do processo eleitoral em curso, o postulante do PSC acentuou que “as manifestações eleitorais ainda não são muito tímidas”.
Foto: Leonardo Silva
Foto: Leonardo Silva
– Apesar dos sucessivos escândalos, não vamos deixar de utilizar a mais valiosa ferramenta que dispomos, que é o voto, para transformar a realidade da Paraíba e do Brasil – apelou Leonardo.
Ele aconselhou o eleitorado “a utilizar todos os instrumentos que possuem para checar a vida pregressa dos candidatos”.
Leonardo externou a sua disposição de “poder ser útil a Campina Grande e ser uma pessoa presente na cidade”.
E emendou: “Utilizou-me de Dalton e de Gisele (Gadelha, esposa de Dalton e reitora da Unifacisa) como fiadores desse compromisso”.
Após realçar que a Paraíba é credora de ações mais eficazes e consistentes do governo central, o concorrente à Câmara Federal disse que pretende “ajudar a cobrar essa conta”.
– Não temos mais o direito de decepcionar os brasileiros. Quem for eleito este ano vai ter que andar na linha. Se isso não acontecer, o Brasil cairá no caos. Seremos entregues ao Deus dará. Ninguém aguenta mais tenta safadeza – arrematou Leonardo Gadelha.
Marcondes Gadelha (que aniversaria neste domingo), em breve intervenção, disse que a sua família e o PSC “pedem a oportunidade de servir mais, de poder fazer mais com Campina”.
A ligação “estreita e afetiva” de sua família com Campina Grande, que remonta ao ciclo dos ´Tropeiros da Borborema´ foi o ponto de partida do pronunciamento de Dalton Gadelha, numa invocação às viagens semanais que o seu pai fazia à cidade.
“Meu pai nos falava do povo campinense, dos seus médicos, dos seus políticos, de sua cultura. E isso foi enchendo nossos olhos e aumentando a nossa curiosidade”, recordou.  
Com o passar dos anos – prosseguiu – “Campina gentilmente nos ensinou muito da vida nesses anos todos”.
O empresário saudou a data natalícia de seu irmão Marcondes e reforçou o agradecimento que a cidade e a Paraíba devem a ele pelo comprometimento incansável, por décadas, em favor da obra da transposição do Rio São Francisco.
“Sem água Campina seria hoje uma cidade deserta. Talvez nem estivéssemos aqui”, grifou.
Dalton pediu “o apoio de Campina para que a nossa história de compromissos com a cidade tenha continuidade”.
Ele se dirigiu a Leonardo, apontando-o como “o condutor do processo de sucessão na nossa família”.
– Quem vota em Leonardo e em Renato está votando comigo com e Gisele. Curvo-me à majestosa Rainha da Borborema para dizer do nosso encantamento – finalizou Dalton.
Paraiba Online com Ascom 

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