Bolsonaro deixa UTI e passa para unidade de cuidados semi-intensivos


O deputado federal e candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neste domingo (16), de acordo com o boletim médico divulgado às 10h pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O deputado continua internado, agora em uma unidade de cuidados semi-intensivos, mas tem boa evolução clínica e não tem febre. 
O político continua sendo alimentado somente por via endovenosa, isto é, diretamente na veia, sem poder ingerir alimentos ou bebidas. Também recebe tratamento para evitar trombose e faz sessões de fisioterapia respiratória e motora, segundo o boletim.
O boletim é assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião que coordena a equipe de atendimento a Bolsonaro, pelo clínico e cardiologista Leandro Echenique e pelo diretor superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo.
Os médicos não fizeram previsões oficiais sobre quando o candidato deve ter alta. 
Na sexta-feira, Bolsonaro começou a fisioterapia e caminhou pelo quarto, sem apresentar dor, segundo o hospital. Boletim médico do final da tarde de sábado informava que Bolsonaro permanecia estável e sem intercorrências, e que ele "realizou exercícios de fisioterapia com boa tolerabilidade".

Ataque a faca e nova cirurgia

Bolsonaro sofreu um ataque a faca durante uma atividade de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG) no dia 6 de setembro. Uma veia abdominal e os dois intestinos foram atingidos. Ele passou por uma cirurgia na Santa Casa da cidade e foi transferido para São Paulo na manhã do dia 7.
Ao longo da semana passada, o presidenciável demonstrou sinais de evolução e já tinha chegado a sair da UTI para uma unidade de cuidados semi-intensivos. Na noite de quarta-feira (12), no entanto, precisou passar por uma cirurgia de emergência devido a uma obstrução no intestino. 

VEJA COMO FOI O ATAQUE A JAIR BOLSONARO EM JUIZ DE FORA (MG)

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Pesquisa Datafolha

Nova pesquisa Datafolha, divulgada na noite de sexta-feira (14), aponta que Bolsonaro lidera a disputa presidencial com 26% das intenções de voto. Mesmo assim, apesar de continuar à frente na corrida para o primeiro turno, o candidato estaria em empate técnico com Marina Silva (Rede)Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT) em um eventual segundo turno.
Ele só seria derrotado em um segundo turno contra Ciro Gomes (PDT), que vence todos os adversários nos cenários testados.

UOL 

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