Prorrogada prisão temporária do suspeito de matar a estudante Rebeca Cristina, em JP

Foi prorrogada, nesta sexta-feira (19), por mais 30 dias a prisão temporária de Edvaldo Soares, padrasto e suspeito da morte da estudante Rebeca Cristina, estuprada e assassinada há cinco anos, em João Pessoa.

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Segundo o delegado Glauber Fontes, que coordena o inquérito que apura o homicídio da estudante, a prorrogação da prisão foi pedida para que a polícia pudesse continuar com as investigações.

“A prorrogação foi solicitada pela Polícia Civil e o Ministério Público assim como o 1º Tribunal do Júri tiveram entendimento favorável. A representação foi feita para que pudéssemos dar continuidade às investigações e diligências, que certamente vão ajudar no esclarecimento do caso e dar robustez ao inquérito policial”, disse o delegado.

Padrasto foi preso em julho

Edvaldo Soares foi preso no dia 22 de julho após o promotor Marcus Leite, que assumiu o caso desde o dia 1º de março deste ano, ter solicitado a prisão temporária.

“Identificamos que o padastro vinha obscurecendo as investigações, eis que, sendo um dos principais suspeitos, já deveria ter fornecido outros elementos para a elucidação do crime, e até mesmo, apontar a participação de terceira pessoa. Acreditamos que ele não cometeu os crimes sozinho, se autor intelectual ou material, ele foi auxiliado. E isso é motivo, segundo a lei, para decretação de prisão temporária”, disse o promotor.

O caso

Rebeca Cristina, de 15 anos, foi estuprada e assassinada em 11 de julho de 2011, no trajeto entre a casa da família e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII (8), Zona Sul de João Pessoa. O corpo da estudante foi encontrado com diversos tiros em um matagal na Praia de Jacarapé, Litoral Sul da Pa

Segundo o delegado Glauber Fontes, que coordena o inquérito que apura o homicídio da estudante, a prorrogação da prisão foi pedida para que a polícia pudesse continuar com as investigações.

“A prorrogação foi solicitada pela Polícia Civil e o Ministério Público assim como o 1º Tribunal do Júri tiveram entendimento favorável. A representação foi feita para que pudéssemos dar continuidade às investigações e diligências, que certamente vão ajudar no esclarecimento do caso e dar robustez ao inquérito policial”, disse o delegado.

Padrasto foi preso em julho

Edvaldo Soares foi preso no dia 22 de julho após o promotor Marcus Leite, que assumiu o caso desde o dia 1º de março deste ano, ter solicitado a prisão temporária.

“Identificamos que o padastro vinha obscurecendo as investigações, eis que, sendo um dos principais suspeitos, já deveria ter fornecido outros elementos para a elucidação do crime, e até mesmo, apontar a participação de terceira pessoa. Acreditamos que ele não cometeu os crimes sozinho, se autor intelectual ou material, ele foi auxiliado. E isso é motivo, segundo a lei, para decretação de prisão temporária”, disse o promotor.

O caso

Rebeca Cristina, de 15 anos, foi estuprada e assassinada em 11 de julho de 2011, no trajeto entre a casa da família e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII (8), Zona Sul de João Pessoa. O corpo da estudante foi encontrado com diversos tiros em um matagal na Praia de Jacarapé, Litoral Sul da Pa

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