NOTA DE FALECIMENTO ZEZINHO DO FUMO ,


É COM O PROFUNDO SENTIMENTO
QUE NÓS COMUNICAMOS  O  FALE
CIMENTO DO NOSSO ESPOSO E PAI
NOSSO ZEZINHO DO FUMO, ZEZI  -
DE CECILIA família de Zezinho,Fabiano,Simone,Sindia, Fabinho e Margarida, que Deus conforte a todos vocês nessa hora difícil, vai em paz Zezinho. — com Simone Araujo.

Literatura e artes plásticas se fundem na exposição 'Livro-Objeto'


O roteiro cultural de João Pessoa vai oferecer no próximo mês uma atração que promete levar o visitante a observar por novos ângulos a literatura e as artes plásticas e visuais. Trata-se da exposição "Livro-Objeto", idealizada pela artista plástica maranhense, radicada na Paraíba, Maria dos Mares, em parceria com os professores da UFPB Ricardo Lucena, do Departamento de Fundamentação da Educação, e Amélia Panet, de Arquitetura e Urbanismo. A mostra ocorrerá no Celeiro Espaço Criativo, localizado no bairro do Altiplano, de 4 de outubro a 4 de novembro, e contará com a curadoria de Raul Córdula, pintor, artista gráfico, cenógrafo, professor e crítico de artes.
Além das obras dos idealizadores do projeto, o evento terá algumas peças do artista pernambucano Sebastião Pedrosa e do grafiteiro Giga Brown. E irá expor a produção de 12 professores e 60 crianças e adolescentes da rede municipal de ensino da capital que, ao longo dos meses de agosto e setembro, confeccionaram seus próprios "livros-objetos", uma peça que se propõe a extrapolar os limites conhecidos dos livros tradicionais. A parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio do Programa de Bolsas de Extensão (Probex) foi essencial para integrar a participação de alunos e professores.
O objetivo principal do projeto, segundo Maria dos Mares, é estimular o interesse pela leitura. Mas a exploração desse produto híbrido entre literatura e artes visuais também amplia as possibilidades da rotina de ensino. Tanto que a proposta inicial de convidar apenas professores de artes se ampliou. Educadores das mais diferentes disciplinas também puderam aprender a construir livros-objetos para produzir, junto com os alunos, peças que explorem temas daquelas áreas de conhecimento, contribuindo para a assimilação dos assuntos.
Com a ideia do projeto no papel, os idealizadores buscaram o apoio do Fundo Municipal de Cultura (FMC) da Prefeitura Municipal de João Pessoa. Após a liberação do financiamento, a equipe primeiramente ofereceu a 12 professores da rede municipal duas oficinas: de narrativa e ilustração, nos dias 3 e 17 de agosto, e de encadernação, no dia 19 de agosto. Os dois primeiros dias de aula foram ministrados pela artista plástica paraibana Minna Miná e o último dia, pelos artistas Anadelly Oliveira e Paulo Oliveira.
Durante as oficinas, os educadores produziram seus próprios livros-objetos e, ao final das aulas, ganharam a responsabilidade de compartilhar aquele conhecimento com pelo menos cinco alunos cada. O resultado desse trabalho poderá ser conhecido a partir do dia 4 de outubro, no Celeiro Espaço Criativo, localizada no bairro do Altiplano e coordenado pela artista plástica Lucia França, que apoio o projeto desde o início.
Programação
Antes da abertura oficial da exposição, os organizadores vão realizar no dia 27 de setembro um evento de pré-montagem, do qual participarão professores, alunos e artistas convidados. As peças, ainda encaixotadas, serão aos poucos reveladas e posicionadas nos locais de exposição enquanto a atriz Angélica Lemos declama o texto "Desempacotando a minha biblioteca", de Walter Benjamim.
Já no dia 4 de outubro, a abertura da exposição contará com a presença da Orquestra Infantil do Centro Cultural Tenente Lucena, que fará a recepção dos visitantes no jardim do Celeiro Espaço Criativo. Haverá, ainda, uma intervenção com o ator André Morais, que irá cantar e declamar poemas.
A mostra ficará aberta durante todo o mês de outubro e oferece uma excelente oportunidade de passeio para o período em que se comemora o Dia das Crianças. Além dos livros-objetos, que encantam os pequenos pela plasticidade e convidam à leitura, o espaço também oferecerá uma exposição de brinquedos artesanais.
"Os livros-objetos estarão dispostos em 'fiteiros' [espécie de vitrines nas quais tradicionalmente se expõem balas] construídos especialmente para a exposição e poderão ser manuseados pelas crianças e também pelos adultos", explica Maria dos Mares, acrescentando a proposta é dialogar com todos os públicos, de todas as idades.
SERVIÇO
Abertura da exposição "Livro-Objeto"
Quando: dia 4 de outubro
Horário: 19h
Onde: Celeiro Espaço Criativo, na avenida João Cirilo da Silva, bairro do Altiplano, João Pessoa
Valor: Gratuito
* A exposição segue até o dia 3 de novembro, com visitações de segunda a sexta, das 9h às 19h, e nos fins de semana, das 10h às 19h.

Assessoria 

'Meu pai mandou matar meu marido'


No dia 14 de setembro, Pranay Perumalla foi assassinado na frente da mulher, Amrutha, em um suposto crime de honra. O pai da jovem foi preso por planejar o ataque.
Ela e Pranay namoravam desde os tempos de escola, em Miriyalaguda, uma cidadezinha no sul do Estado de Telangana, no sul da Índia.
"A gente sempre se gostou. Conversávamos muito por telefone e nos apaixonamos", diz ela, sorrindo.
Amrutha, de 21 anos, é de uma família rica, de casta alta, enquanto Pranay, que tinha 24 anos, era da casta "dalit" (antigamente chamados de "intocáveis"). Em abril de 2016, eles se casaram, apesar da oposição de seus pais. Grávida de cinco meses, ela se vê em uma situação inimaginável.
"Meu pai mandou matar meu marido porque ele não era da nossa casta."
Determinadas por nascimento e por hereditariedade, as castas - apesar das leis que proíbem as práticas discriminatórias - na prática dividem a sociedade indiana.
Os "dalits", por sua vez, estão na base da pirâmide social, a quem são delegados serviços "degradantes" na cultura hindu, como manuseio de cadáveres e limpeza de banheiros e de esgotos.

Não há dados sobre o assunto, mas um estudo diz que centenas de pessoas são mortas todos os anos na Índia em supostos crimes de honra - por se apaixonarem ou casarem com pessoas de quem suas famílias não gostam. Muitas famílias ainda preferem casamentos arranjados dentro da sua própria casta e religião.
A polícia prendeu o pai de Amrutha, Maruti Rao, e seis outras pessoas, incluindo o irmão dele e três supostos assassinos de aluguel. O superintendente da polícia AV Ranganath disse a repórteres que Rao teria combinado com seu irmão e dois outros homens de matar Pranay, e que esses homens teriam-no ajudado a contratar os assassinos por 10 milhões de rupias (cerca de R$ 500 mil).
Ele disse ainda que o ataque, que aconteceu do lado de fora de um hospital, havia sido a quarta tentativa de matá-lo, e que Rao confessara o crime, afirmando que sua motivação havia sido o fato de que Pranay era "dalit" e de que sua família não era rica.
Rao e outros acusados não se pronunciaram sobre o caso. A BBC procurou a defesa dele, que disse que não comentaria, e visitou a casa de Rao, mas a encontrou vazia. Nenhum membro da família deu declaração.

O assassinato


No dia do assassinato, Amrutha acordou tarde. Estava com dor nas costas e decidiu ir ao hospital. Pranay e sua sogra foram com ela.
Quando saíram do hospital, ela lembra de fazer uma pergunta a ele, que estava um pouco atrás. Quando ele não respondeu, ela olhou para trás e viu ele jogado no chão.
Imagens de câmeras de segurança exibidas na televisão mostram um homem seguindo a família enquanto eles saíam do hospital. Primeiro ele ataca Pranay com o que parece ser um machado. Quando Pranay caiu, ele o golpeou novamente.
Amrutha diz que sua sogra empurrou o homem e correu para dentro do hospital para buscar ajuda.
"Quando liguei para o meu pai para questioná-lo, ele disse: 'O que quer que eu faça, leve-o para o hospital?'", diz ela.
Quando era criança, conta ela, sua mãe a desencorajava até mesmo de ficar amiga de crianças de outras castas. Seus pais eram contra a relação com Pranay desde o momento em que descobriram. Mas isso não a impediu.
"A gente tinha que fugir para se ver. Eu não ligava para a casta dele ou para quanto dinheiro ele tinha. O que importava era que a gente se amava."
Em abril de 2016, diz ela, seus pais a trancaram em casa. "Não tinha como falar com o Pranay, mas o que me manteve motivada foi meu amor por ele", conta ela. Um dia ela conseguiu fugir.
Eles se casaram em janeiro de 2018 e foram morar com os pais de Pranay, que aceitavam o casamento.
Amrutha diz que eles planejavam se mudar para o Canadá quando ela descobriu que estava grávida. Decidiram esperar até o bebê nascer.
Ela disse aos seus pais que estava grávida na esperança de que isso os amolecesse. Mas, para seu choque, seu pai pediu para ela fazer um aborto. Ele repetiu isso toda vez que se falaram.
"A gente vivia com medo, mas não imaginava que meu pai seria tão cruel", diz ela.
Ninguém de sua família ligou para ela desde que Pranay morreu, nem mesmo sua mãe, que ligava sempre.
"Eu achava que ela me ligava por preocupação", diz ela. Mas agora não consegue evitar pensar que sua mãe contava ao pai sobre as conversas, talvez sem saber de suas intenções.
Os pais de Pranay estão recebendo bastante apoio.

Vários grupos de direitos dos "dalit" e grupos de direitos das mulheres visitaram a casa deles para dar apoio. Na varanda há uma foto dele sorrindo que está cercada de flores e velas. Enquanto Amrutha fala à jornalista Deepthi Bathini, do serviço em telugu (uma das línguas oficiais da Índia) da BBC, ela escuta gritos de "viva Pranay!" do lado de fora.

A mãe do rapaz, Hemalatha, desaba ao ouvir as homenagens. Amrutha, que também chora, a consola.
"Eu culpo a minha família toda. Nunca mais voltarei a vê-los. Os pais do Pranay são meus pais agora", diz ela.
Ela abriu uma página no Facebook chamada Justice for Pranay, que recebeu mais de 112 mil seguidores em poucos dias. Várias outras páginas com o mesmo nome surgiram, todas demonstrando revolta e clamando por justiça.
Ela tem estado muito ativa no Facebook, postando fotos de protestos e dela com Pranay. Em uma delas, estão bem jovens, e a legenda diz: "Nascidos para ficar juntos para sempre."
Ela também compartilhou uma foto de um policial acompanhando seu pai. O texto acima diz: "não soltem meu pai."
O clamor por justiça de Amrutha chamou a atenção de Kausalya, outra mulher de casta alta cujo marido foi morto por se casar com ela. Ela já testemunhou contra seus pais e continua a fazer campanha contra crimes de honra.
"A morte de Pranay me fez lembrar do meu Shankar," disse à BBC. "O amor que ela sente por ele vai dar força a ela. Ela disse que vai protestar contra o sistema de castas e conseguir justiça pelo que aconteceu com ele. Estaremos com ela."
Amrutha diz que Pranay sempre falava que a casta não devia impedir o amor deles.
"Nós dois decidimos lutar por nosso amor. Agora vou lutar pela justiça. Agor só temo pelo meu bebê e por meus sogros", diz Amrutha.
BBC 

'Vingança pornográfica' e divulgação de cenas de estupro viram crimes


O presidente da República em exercício, o ministro do STF Dias Toffoli, sancionou, nesta segunda-feira (24), o projeto de lei que torna crime a importunação sexual, a chamada vingança pornográfica e a divulgação de cenas de estupro.
O texto prevê também aumentos de pena para todos os crimes contra a liberdade sexual e para crimes sexuais contra vulneráveis. As novas regras preveem, ainda, o aumento de pena para os casos de importunação sexual, como, por exemplo, os de assédio a mulheres em transportes coletivos.
A lei aumenta a pena em até dois terços se o crime for praticado por pessoa que mantém ou tenha mantido relação íntima afetiva com a vítima, como namorado, namorada, marido ou esposa. A intenção é evitar casos conhecidos como pornografia de vingança.
Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), casos de exposição íntima na internet tramitam nas varas especializadas de violência doméstica. Mas não há levantamento do número de ocorrências.

Agência Rádio 

Links no WhatsApp para responder pesquisa de Datafolha e Ibope são falsos


Mensagens no WhatsApp convidando para responder pesquisas eleitorais do Datafolha e do Ibope são falsos e levam a sites perigosos. Ambos os institutos informam não trabalhar com esse método para fazer os levantamentos.

Mauro Paulino, diretor do instituto Datafolha, declarou:
O Datafolha não faz pesquisas eleitorais através de internet. Utiliza apenas o método face a face, com entrevistas pessoais.
Em nota divulgada na terça-feira (18), o Ibope informou que não realiza pesquisas eleitorais pelo WhatsApp.
‘É falso qualquer convite ou divulgação de resultado de pesquisa realizada pela internet ou celular atribuída ao IBOPE Inteligência.’
Nas mensagens que circulam pelo aplicativo, os usuários são convidados a clicar num link para um site falso e a preencher um formulário com sua cidade, estado e candidato em quem irá votar.
Na sequência, a página exibe uma mensagem orientando a pessoa a compartilhar a pesquisa pelo WhatsApp para supostamente confirmar não ser um robô e ter acesso aos resultados da pesquisa.
Conforme mostrado em reportagens do jornal Folha de S. Paulo, um método de disseminação de conteúdo semelhante já foi identificado em pelo menos duas oportunidades neste ano como forma de espalhar vírus pelo aplicativo de mensagens.
Folha 

PBTur apresenta programação do Festival de Aventura na Serra


A Prefeitura de Araruna, por intermédio da Secretaria Municipal de Turismo, apresenta, nesta quarta-feira (26), durante coletiva de imprensa no auditório da PBTur, em João Pessoa, a programação da 2ª edição do Festival de Aventura na Serra (FAS). A coletiva tem início às 9h.
De acordo com a Secretaria de Comunicação da prefeitura, a coletiva de imprensa terá a presença do prefeito Vital Costa, do secretário de Turismo, Availdo Azevedo, do secretário Executivo de Turismo, Edvaldo Costa, do gerente de Cultura, Wellington Rafael e do gerente de Turismo, Ricardo Macêdo, entre outras autoridades envolvidas diretamente com o evento. Governo do Estado, por meio da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), vai divulgar o Festival.
A presidente da PBTur, Ruth Avelino, explica que a realização de eventos em cidades turísticas, como Araruna por exemplo, tem arregimentado e atraído turistas. "Isso comprova que a cidade de Araruna não é apenas a Pedra da Boca. São realizados outros eventos que têm potencial de atrair turistas e gerar renda aos envolvidos e movimentar a economia da cidade", destacou.
Datas - O festival vai ser realizado entre os dias 12 a 21 de outubro. Na programação constam oficinas, exposição de pinturas e fotografias, mostra de artesanato, desfile de moda, futebol, apresentações culturais, torneio de voo livre, corrida de montanha, MTB, oficina de cinema, show de calouros e shows.
Secom PB 

Filho de cantor sousense morre em hospital e pais autorizam doação de órgãos


O pequeno João Pedro Lacerda, de quatro anos, morreu no fim da noite desta segunda-feira (24) no Hospital Vila Alpina em São Paulo. Ele era filho do cantor sousense Ary Lacerda, e estava internado no hospital desde o sábado (22) após ter sofrido uma parada cardiorrespiratória.
Nas redes sociais, Ary Lacerda publicou um vídeo relembrando os últimos momentos ao lado do filho e escreveu a seguinte mensagem.
“Assim era o meu dia-a-dia quando eu chegava cansado de meu trabalho eram 16 horas mais esse cansaço quando eu chegava em casa eu era recebido por esse carinho ! Esse filho ele mudou completamente minha vida !! Ele mim ensinou muito! O João Pedro mesmo com as dificuldades e especialidade era um menino alegre e além de tudo um guerreiro !!! as 23:23 o meu sonho o meu pequeno minha vida Jesus o chamou a dor está muito grande !! Nunca deixei de acreditar e nunca deixarei pois o senhor Jesus ele cura ele salva !!! E João Pedro veio a terra com uma missão de mim tornar um homem de verdade e também Deus o colocou aqui na terra pra salvar vidas !!! Eu e sua mãe fomos chamados pois existe uma criança cheio de vidas e precisa muito do coração de nosso pequeno e autorizados a doação de todos os órgãos. Agradeço a todos pela força e carinho.
O cantor Ary Lacerda afirmou que em breve vai divulgar o horário e local do velório e sepultamento de João Pedro.
Mensagem postada pela mãe de João Pedro no Facebook
Guerreiro
Com apenas sete meses de gestação, Ticiane deu à luz a João Pedro, no dia 07 de março de 2014 na Maternidade Peregrino Filho, no município de Patos. Logo foi constatado que ele estava com insuficiência respiratória e de imediato foi encaminhado a UTI. Ele sofreu três paradas, quatro crises convulsivas, pneumonia, realizou quatro transfusões de sangue e também ficou internado após oito infecções no Hospital Regional.
Depois desses diagnósticos, os pais de João Pedro lutam diariamente para dar continuidade ao tratamento do filho.
João Pedro ao lado dos pais (foto: DS)
João Pedro ao lado da mãe (foto: Charley Garrido)

Diário do Sertão 

Gangue mata homem, fere mulher e criança de 4 meses na Paraíba


Por volta das 20h da última segunda-feira (24), seis homens a pé foram até um casa localizada no engenho Baixinha e assassinaram um jovem identificado como Elielson Queiroz da Silva com vários tiros.
Além de Elielson, estavam na casa a sua esposa, de 21 anos e um bebê de apenas quatro meses, que ficaram feridos no ataque e socorridos para o Hospital de Trauma de Campina Grande. 
 paraiba.com.br 

Câmeras de segurança flagra momento em que ladrão invade apartamento no Valentina


As câmeras de segurança de um prédio residencial localizado no valentina, em João Pessoa, flagraram o momento em que um criminoso invade um apartamento para furtar na tarde da última segunda-feira (24).

O proprietário chegou na hora e o bandido fugiu. Mesmo assim, o dono do imóvel ainda ficou no prejuízo porque o ladrão quebrou a porta de vidro e levou um perfume e um celular.

Os moradores reclamam os casos tem se tornado frequentes no local.


Yves Feitosa/David Martins

Zé Maranhão garante transparência e mais desenvolvimento para o interior


Zé Maranhão, candidato ao Governo do Estado pelo MDB, participou, nesta segunda-feira (24) de um debate promovido pela TV Diário do Sertão, em Cajazeiras. Já em sua fala inicial, Maranhão demonstrou os compromissos que irá cumprir quando estiver, mais uma vez, no Palácio da Redenção: além da missão de reativar a economia do estado, especialmente em Cajazeiras, serão construídas novas barragens e feitas melhoria do aeródromo da cidade, estão entre elas.   
Maranhão deu destaque à importância de fazer um governo humanizado e próximo ao cidadão, que trabalhe de forma transparente: “Transparência Pública é atitude necessária para qualquer administração. É através dela que a população pode acompanhar efetivamente o que vem sendo feito. Há poucos dias foi preciso uma ação judicial para que a Paraíba conhecesse uma lista de codificados no Governo do Estado. Existem dois cupins que corroem o aparelho público: um é a incompetência e o outro é a falta de cumprimeiro das normas de austeriadade e transparência. Para que haja uma fiscalização efetiva é preciso que a sociedade tenha acesso à informação. Da mesma forma que uma empresa privada se preocupa com a  qualidade das construções que faz, as gestões tem que ter esse zelo com a questão pública.”
Dado o grau de calamidade em que se encontra, segurança é um tema de importância em todos os detalhes. Segundo Zé, “para se ter tranquilidade é preciso ter um efetivo que acompanhe o crescimento da população, a polícia precisa ser estimulada. Como é que um policial que na hora da aposentadoria vai perder metade da sua remuneração vai se sentir estimulado a trabalhar plenamente para garantir a segurança da população?. É preciso modernizar a polícia.. Usar novos equipamentos e investir na qualificação e na polícia investigativa”.
Assessoria 

Perfil de deputado paraibano na Wikipedia é alterado para suprimir denúncias na Lava Jato


De acordo com o jornal O Globo, no dia 3 de maio último um IP (endereço eletrônico) da Câmara Federal editou a página do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder do governo, na Wikipédia (a enciclopédia mundial virtual).
Foram suprimidos trechos referentes à Operação Lava Jato, em que Ribeiro foi acusado pelo doleiro Alberto Youssef de se beneficiar do esquema de propinas.
O Globo 

Polícia Legislativa do Senado Federal tem previsão de concurso com salário é de R$ 17,7 mil


concurso do Senado Federal para o cargo de Policial Legislativo (Concurso Senado Policial Legislativo 2018) tem expectativa de ser divulgado em breve. Previsto para ser publicado no ano passado, a expectativa é o edital de Policial não demore de ser divulgado, já que o legislativo tem um alto quantitativo de cargos vagos.
O Legislativo no final do primeiro semestre deste ano, no dia 25 de junho, o total de cargos que estão vagos (veja abaixo). De acordo com o relatório geral de quadro geral de servidores do Senado, são nada menos que 1.258 postos vagos. Desse quantitativo, 150 são do cargo de Policial Legislativo. O alto número de postos vagos poderá ser um dos pontos favoráveis a abertura do certame.

O Concurso Senado 2018: Policial Legislativo – Nível Médio

Além do alto quantitativo de postos vagos, a validade do último concurso foi expirada no mês de julho de 2014. Sendo assim, o legislativo só poderá realizar novas contratações através de um novo concurso. Além disso, o Senado terá que realizar um novo concurso devido aos postos que ficarão vagos por aposentadorias (foram quase 500 em 2014 e pouco mais de 1.000 em 2015).
Como pode se observar, há uma grande necessidade por um novo concurso. Os altos salários e benefícios prometem acirrar a concorrência e movimentar os estudos por parte dos concurseiros de todo o país. Lembrando que a lotação das vagas ocorre somente em Brasília (DF).

Requisitos do cargo de Policial Legislativo do Senado Federal

Como requisito específico de escolaridade será exigido diploma ou certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível médio, fornecido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC. Além disso, para investidura no cargo será necessário: ter sido classificado no concurso público, na forma estabelecida neste edital, seus anexos e eventuais retificações; ter nacionalidade brasileira e, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos;  ter idade mínima de 18 anos completos; estar em gozo dos direitos políticos; estar quite com as obrigações eleitorais e se do sexo masculino, também com as militares; possuir Carteira Nacional de Habilitação, categoria “B” ou superior; entre outras.

O que faz um Policial Legislativo?

O Policial Legislativo realizará atividades de nível médio, envolvendo o policiamento diurno e noturno, de todas as dependências do Senado Federal; fiscalização da entrada e saída de pessoas; assistência às autoridades do Senado Federal na realização de inquéritos ou investigações policiais; trabalho de segurança às personalidades brasileiras e estrangeiras, na área de jurisdição do policiamento do Senado Federal; e executar outras tarefas correlatas.
A jornada de trabalho é de 40 (quarenta) horas semanais. Os candidatos nomeados estarão subordinados ao Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei 8.112/90 e alterações posteriores).

Etapas do Concurso

A expectativa é que o concurso seja composto por cinco etapas, sendo:
PRIMEIRA ETAPA: Será constituída de Provas Escritas Objetivas de Múltipla Escolha, com distribuição e valoração das questões definidas no subitem 7.2 deste edital, bem como Provas Escritas Discursivas, conforme especificações que se encontrarão dispostas edital que será divulgado.
SEGUNDA ETAPA: Será constituída de Prova de Aptidão Física, de caráter apenas eliminatório, somente para os candidatos aprovados na Primeira Etapa, conforme especificações que se encontrarão dispostas edital que será divulgado.
TERCEIRA ETAPA: Será constituída de Avaliação Psicológica, de caráter apenas eliminatório, somente para os candidatos aprovados na Segunda Etapa, conforme especificações que se encontrarão dispostas edital que será divulgado.
QUARTA ETAPA: Será constituída de Investigação Social Documental, de caráter apenas eliminatório, somente para os candidatos aprovados na Terceira Etapa, conforme especificações que se encontrarão dispostas edital que será divulgado.
QUINTA ETAPA: Será constituída de Curso de Formação, de caráter apenas eliminatório, somente para os candidatos aprovados na Quarta Etapa, conforme especificações que se encontrarão dispostas edital que será divulgado.
A primeira etapa (provas escritas objetivas de múltipla escolha e discursivas), será realizada simultaneamente nas capitais de todos os 26 (vinte e seis) Estados e do Distrito Federal. As demais etapas serão realizadas somente em Brasília-DF.

O que estudar para o concurso?

Com base no último edital de concurso, os assuntos tradicionalmente cobrados pelo Senado para o cargo de Policial Legislativo Federal são os seguintes:
LÍNGUA PORTUGUESA: Leitura e análise de textos. Estruturação do texto e dos parágrafos. Articulação do texto: pronomes e expressões referenciais, nexos, operadores sequenciais. Significação contextual de palavras e expressões. Interpretação: pressuposições e inferências; implícitos e subentendidos. Variedades de texto e adequação de linguagem. Equivalência e transformação de estruturas. Discurso direto e indireto. Sintaxe: processos de coordenação e subordinação. Emprego de tempos e modos verbais. Pontuação. Estrutura e formação de palavras. Funções das classes de palavras. Flexão nominal e verbal. Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Ocorrência de crase. Ortografia oficial. Acentuação gráfica. Redação Oficial (Manual de Redação da Presidência da República e Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal).
NOÇÕES DE INFORMÁTICA: Correio Eletrônico (mensagens, anexação de arquivos, cópias); Microsoft Word 2000/XP em português; Edição e formatação de textos (operações do menu Formatar, Inserir, Tabelas, Exibir – cabeçalho e rodapé, Arquivo – configurar página e impressão, Ferramentas – ortografia e gramática); Microsoft Excel 2000/XP em português: criação de pastas, planilhas e gráficos, uso de fórmulas, funções e macros, configurar página, impressão, operações do menu Formatar, operações do menu Inserir, obtenção de dados externos, classificar; Microsoft Windows 2000/XP em português: criação de pastas (diretórios), arquivos e atalhos, área de trabalho, área de transferência, manipulação de arquivos e pastas, uso de menus, uso de aplicativos, interação com os aplicativos do Microsoft Office; Navegação Internet, conceitos de URL, links, sites, impressão de páginas. Redes Microsoft: compartilhamento de pastas e arquivos; localização e utilização de computadores e pastas remotas.
CONHECIMENTOS GERAIS:  Mundo Contemporâneo: elementos de política internacional e brasileira. Cultura internacional. Cultura e sociedade brasileira: música, literatura, artes, arquitetura, rádio, cinema, teatro, jornais, revistas e televisão. Descobertas e inovações científicas na atualidade e seus impactos na sociedade contemporânea. O desenvolvimento urbano brasileiro. Meio ambiente e sociedade: problemas, políticas públicas, organizações não governamentais, aspectos locais e aspectos globais. Elementos de economia internacional contemporânea. Panorama da economia nacional. Noções de Direito Administrativo: conceitos, organização administrativa brasileira, poderes administrativos, administração pública, responsabilidade civil do Estado. Administração Pública direta e indireta: autarquias, fundações, entidades paraestatais. Constituição Federal: art. 1º ao 5º; 18 ao 24; 37 ao 41; 44 ao 75. Regime Jurídico: Lei 8112/90, legislação complementar e suas alterações, se houver. Lei 9784/99. Lei 8.666/93, legislação complementar e suas alterações. Regimento Interno do Senado Federal e Regimento Comum.
ESPECIALIDADE: POLICIAL LEGISLATIVO FEDERAL Direito Constitucional: Direitos e garantias constitucionais: art. 5º da Constituição; direitos sociais; cidadania e direitos políticos. Normas Constitucionais relativas à Administração Pública e aos servidores públicos. Defesa do Estado e das instituições democráticas: segurança pública; organização da segurança pública. Ordem social: base e objetivos da ordem social; seguridade social; educação, cultura e desporto; ciência e tecnologia; comunicação social; meio ambiente; família, criança, adolescente e idoso. Direito Penal: Infração penal: elementos, espécies. Sujeito ativo e sujeito passivo da infração penal. Tipicidade, ilicitude, culpabilidade, punibilidade. Erro de tipo; erro de proibição. Imputabilidade penal. Concurso de pessoas. Crimes contra a pessoa. Crimes contra o patrimônio. Crimes contra a Administração Pública. Abuso de autoridade (Lei 4.898/65). Tráfico ilícito de drogas (Lei 11.343/2006). Crimes contra a ordem tributária (Lei 8.137/90). Estatuto da Criança e do Adolescente. Estatuto do Desarmamento: Lei 10.826/2003 e Decreto 5.123/2004. Direito Processual Penal: Inquérito Policial, Notitia Criminis. Jurisdição e competência. Prisão em flagrante e prisão preventiva. O livrar-se solto e afiança: a apresentação espontânea do acusado. Da prova: exame de corpo de delito, interrogatório e testemunhas. Das citações e intimações. Do reconhecimento de pessoas e coisas. Restituição das coisas apreendidas. Prisão especial. Atuação do advogado na fase inquisitiva. Direito Administrativo. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. Organização administrativa da União; administração direta e indireta. Agentes públicos: espécies e classificação; poderes, deveres e prerrogativas; cargo, emprego e função públicos; Regime Jurídico: provimento, vacância, remoção, redistribuição e substituição; direitos e vantagens; regime disciplinar; responsabilidade civil, criminal e administrativa. Poderes administrativos: poder hierárquico; poder disciplinar; poder regulamentar; poder de polícia; uso e abuso do poder. Controle e responsabilização da administração: controle administrativo; Lei 8.112/90 e suas alterações (Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União). Lei 9.784/99. Regimento Interno do Senado Federal e Regimento Comum. Ética profissional.
Lembrando que os assuntos são com base no último concurso e pode sofrer alterações. No entanto, como tradicionalmente ocorre, as matérias serão mantidas.

O último concurso de Policial Legislativo – Senado Federal

A última seleção do Senado foi divulgada em 2012, quando contou com a organização da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foram oferecidas 246 vagas, porém o certame contou com nomeações além do número das vagas. O salário inicial foi de R$ 13.833,64, no entanto o valor já foi reajustado e passará a ser de R$ 17.705,91.
Informações do concurso
  • Concurso: Senado Federal – Policial Legislativo
  • Banca organizadora: a definir
  • Escolaridade: nível médio
  • Número de vagas: a definir (145 cargos vagos)
  • RemuneraçãoR$ 17.705,91.
  • Inscrições: a definir
  • Taxa de Inscrição: a definir
  • Provas: a definir
  • Situação: PREVISTO
  • Acesse o último edital do concurso aqui.
Notícias Concursos 

Polícia apreende kits com maconha, cocaína e Artane no Cristo


Policiais do Regimento de Polícia Montada (RPMont) conseguir apreender drogas na comunidade Riacho Doce, localizada no Cristo Redentor na manhã desta terça-feira (25).
O curioso é que a carga de entorpecentes tinha kits com maconha e cocaína, maconha e Artane, cocaína e Artane, entre outras combinações.
Balanças de precisão e uma grande quantidade em dinheiro foi apreendida. A apreensão aconteceu graças a uma denúncia anônima.


Yves Feitosa/David Martins

Na reta final da campanha, deputados instituem recesso branco na ALPB


Nesta terça-feira (25), o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Gervário Maia (PSB), confirmou que a Casa só contará com votações dos deputados depois do primeiro turno das eleições, no próximo dia 7 de outubro, porque, de acordo com ele, não há matéria vencida na pauta.
Até o momento, os parlamentares estavam trabalhando em regime de esforço concentrado apenas nas terças-feiras.
“Eu não posso chamar esforço concentrado se as matérias estão rigorosamente em dia. Se alguém quer chamar a atenção porque estamos nas vésperas de uma eleição e eu preciso dizer que a ALPB esta rigorosamente em dia com o regimento. Só para vocês terem ideia, essa matéria hoje pautada por alguns da defensoria foi votada na Comissão de Justiça ainda hoje”, disse.
paraiba.com.br 

Tárcio destaca propostas para Saúde e Segurança e elogia reconhecimento de João a fragilidades da PB


O candidato a governador da Paraíba, Tárcio Teixeira (Psol), avaliou o debate realizado na noite desta segunda-feira (24), na WebTV Diário do Sertão. Para o candidato, além de poder apresentar suas propostas nas áreas de Saúde e Segurança, os destaques do debate foram João Azevedo (PSB) ter reconhecido a fragilidade da segurança e o uso de ambulanciaterapia e o fato de José Maranhão (MDB) ter "tirado o corpo fora".
"O debate manteve o mesmo padrão de apresentar propostas e encaminhamentos positivos para a Paraíba e deixar claro o que nos diferencia das demais coligações que representam ataques aos direitos do trabalhador", disse.
Para Tárcio, o fato de João reconhecer que o estado pratica ambulanciaterapia e a fragilidade da segurança é uma das vantagens. O candidato afirmou que o socialista desde o começo apenas defendia a todo momento o atual governador e desta vez reconheceu as fragilidades como a falta de descentralização da Saúde e dificuldades que as pessoas sofrem nas ambulâncias.
Apesar disso, Tárcio lamentou que o candidato "tirou o corpo fora", ao afirmar que não tinha responsabilidade sobre as divisas. "Eu pergunto quem tem", disse, afirmando que da mesma forma procedeu José Maranhão, que já governou o estado e também adotou a estratégia de que não tem a ver com a situação.
O candidato do PSOL foi duro com Lucélio afirmando que o candidato do PV não fez diferença nenhuma no debate.
Além disso, Tárcio afirmou que no debate foi possível apresentar as propostas da campanha de maneira efetiva, especificamente os projetos sobre Saúde com a descentralização e fortalecimento das regionais e Segurança Pública na garantia de inteligência que a Paraíba já que hoje as delegacias não tem sequer equipamento de coleta de digitais informatizado.
"Mostramos que a nossa campanha tem crescido a cada momento por ser autônoma e que quer enfrentar privilégios", finalizou. 

 paraiba.com.br

Nem a CBF sabe o número de gols de Marta


Na noite da última segunda-feira, não houve como fugir do nome dela. Até mesmo nesta terça, Marta vive seu momento de glória estampando as manchetes de todos os jornais. Seis vezes melhor do mundo, o hexa veio com ela no prêmio "The Best" da Fifa para coroar um trabalho que a atacante já faz há pelo menos 15 anos no futebol – sua primeira indicação, afinal, veio em 2003, aos 17 anos, quando já brilhava com a camisa do Brasil.
E Marta merece mesmo ser reverenciada sempre por toda essa história que construiu com a bola nos pés. O problema é só que nem toda essa história está guardada e/ou documentada. Mesmo ela sendo um ícone recente do nosso futebol, não há registros de todos os gols que fez com a camisa da seleção. Seleção essa da qual Marta é a maior artilheira, tendo marcado mais gols até mesmo que Pelé, o craque do futebol masculino com o qual tanto a comparam. O que se sabe é que ela já tem mais de 100 gols com a camisa amarela, mas nem a própria CBF tem os números exatos da nossa eterna camisa 10 em campo.
"No começo, a CBF talvez não tivesse nessa época aquela preocupação com os registros. Mas hoje temos um historiador que está fazendo um resgate disso. Hoje guardamos tudo, registro das súmulas, todos os documentos estão sendo arquivados. Mas realmente até pouco tempo atrás não sabíamos quantos gols a Marta tinha, agora que estamos buscando tudo isso", afirmou às dibradoras Marco Aurélio Cunha, coordenador de futebol feminino da entidade.
"Foi até um pouco difícil fazer o que queria fazer pra Marta quando ela completou 100 gols, porque havia dúvida em relação a estatística. Já estamos tentando correr atrás desse prejuízo", completou.
Um pouco da história do futebol feminino no Brasil esteve presente em Londres na premiação: Sissi, Marta e Aline Pellegrino (Foto: Arquivo Pessoal)
Conhecer o passado é fundamental para construir o futuro e alimentar o presente. Saber quantos gols a maior artilheira da história da seleção já fez é essencial não só para podermos reverenciá-la como merece, como também para as craques da nova geração terem esse número como meta para fazerem sua história no futebol. Da mesma maneira que Pelé, Garrincha, Zico, Sócrates e outros tantos serviram de inspiração para os jogadores que os sucederam, é crucial que as mulheres tenham suas próprias referências, saibam quem foi Sissi, Formiga, Kátia Cilene, Pretinha e as outras tantas que fizeram a história do futebol feminino por aqui.
E olha que essa história é recente, vem de um tempo moderno em que já existia televisão, computador e outras tantas facilidades que tornariam o trabalho de guardar essas memórias algo muito mais simples. No entanto, quando você vai buscar os registros nos arquivos, há mais memórias sobre a Copa do Mundo de 1930, a primeira organizada pela Fifa para os homens, do que sobre o Mundial de 1988 na China, o primeiro a ser disputado por elas. A primeira seleção brasileira da história formada há exatos 30 anos tem pouquíssima memória guardada – o próprio Museu da seleção, que fica na sede da CBF no Rio de Janeiro, não tem registros dela.
"Depois que o Museu foi composto, começaram a fazer, tem algumas coisas do Pan (de 2007, quando a seleção feminina foi campeã no Rio de Janeiro). Mas ele é um museu mais interativo, audiovisual, e tem muita coisa das Copas do Mundo masculinas, porque era o que havia de grande notícia na época. Agora, o que a gente está tentando fazer é ter esse acervo. Toda medida que seja de resgate ao passado nós temos que fazer, é nossa obrigação reverenciar quem foi importante. Naquela época não tinha essa preocupação, era amador total", explicou Marco Aurélio Cunha.
Os registros do futebol feminino no Brasil são realmente escassos, ainda mais quando comparados a tudo o que se tem do masculino. No "Primeiro Encontro da Rede de Futebol e Mulheres da América Latina" realizado no Museu do Futebol em São Paulo nesta segunda-feira, Lu Castro, jornalista e curadora de exposições de futebol feminino no Sesc, contou sobre as dificuldades de encontrar informações e documentos do passado nem tão longínquo da modalidade.
"Fui curadora de uma exposição que tinha por objetivo mostrar os 60 anos da primeira Copa do Mundo conquistada pelo Brasil em 1958, e os 30 anos da primeira seleção feminina formada aqui. De 1958, nós conseguimos muitas fotos, até algumas imagens em vídeo, muita coisa está documentada. Mas quase não se tem registro daquele Mundial de 1988 na China. Não há nenhum vídeo, nada. O que conseguimos veio das próprias atletas que estiveram lá", contou.
Museu da Seleção Brasileira na CBF quase não tem informações sobre a seleção feminina (Foto: Divulgação Museu)
O próprio Museu do Futebol teve a dificuldade de resgatar a história do futebol feminino quando inseriu a modalidade em suas salas no ano de 2015. Os primeiros registros que encontraram vieram das páginas policiais dos jornais antigos, já que por 40 anos (de 1941 a 1979), o futebol feminino foi proibido no país. Depois, foram as próprias atletas que ajudaram a contar sua história, já que nem a CBF mantinha um acervo delas guardado.
Acervo de jornais é mantido pelas próprias jogadoras da época (Foto: dibradoras)
Não é coincidência que não tenhamos guardado as memórias da primeira seleção de futebol feminino, e que não tenhamos contabilizados todos os gols que Marta já marcou pela seleção. É simbólico. Esses registros não existem porque nunca ninguém viu qualquer relevância neles. Ninguém se importou em anotar lá os gols que Marta fez na sua primeira Copa do Mundo sub-20, porque ninguém imaginou que um dia estaríamos celebrando o hexa que ela trouxe – o de seis vezes melhor do mundo.
Ninguém nunca quis contar a história do futebol feminino no Brasil. Uma pena, porque agora o futebol feminino é a história. Quiseram invisibilizá-lo por muito tempo, mas hoje não há nada mais visível do que isso: seis vezes Marta, essa contagem é bom a gente nunca perder de vista. O resto é, literalmente, história – que essa ao menos fique registrada para sempre.

UOL 

Judiciário inocenta juíza que mandou prender advogada negra


A juíza leiga Ethel Tavares de Vasconcelos não cometeu qualquer abuso ao chamar policiais para retirar a advogada Valéria Lúcia dos Santos da sala, segundo a comissão judiciária que analisou o caso. A conclusão é de que ela, na verdade, “se jogou no chão” e foi apenas “momentaneamente algemada”. As informações são da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.
 A Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro havia pedido o afastamento da juíza e dos policias que algemaram Santos e a levaram até a delegacia. “Uma advogada no exercício da profissão presa e algemada dentro de uma sala de audiência. Isso é inconcebível, é uma afronta ao Estado de Direito, à advocacia brasileira e ao direito de defesa”, disse Bandeira, em coletiva de imprensa no começo de setembro. “Nada justifica o que ocorreu. Mesmo que a advogada estivesse errada em algo, caberia à magistrada registrar essas eventuais falhas em ata, jamais fazer o que fez”.
“Segundo a Súmula Vinculante 11 do Supremo Tribunal Federal, ela não poderia ter sido algemada. E existe legislação federal que veda a prisão do advogado no exercício da sua profissão, salvo em caso de crime inafiançável, o que não poderia ser o caso”.
Ainda assim, segundo o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o depoimento de Santos contradiz o que mostram outras provas. Neto afirmou que as evidências apontam que a advogada não levou uma rasteira e foi algemada, como ela contou – e sim que “se jogou no chão e se debatia quando veio a ser momentaneamente algemada, até que o representante da OAB chegou e ela se acalmou, havendo pronta retirada das algemas”.
Relembre o casoEm uma sala de audiência no Fórum de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a advogada Valéria Lúcia dos Santos defendia a sua cliente de uma cobrança indevida. Sem acordo, ela deu prosseguimento ao trabalho e pediu para ler as contestações da ré. A juíza leiga Ethel Tavares de Vasconcelos negou o pedido e deu a audiência como encerrada. Santos resistiu, enquanto aguardava pela chegada de um delegado da OAB. Dois policiais apareceram, a pedido da juíza, e cumpriram as ordens: algemaram Santos.
“Eu não vou sair, não, eu tenho que esperar o delegado da OAB, porque eu quero fazer cumprir o meu direito. Eu não vou sair eu estou no meu direito, eu estou trabalhando. Eu não estou roubando, não estou fazendo nada não. Estou trabalhando!”, insistia a advogada. De nada adiantou. Os policiais a levaram para uma delegacia - de onde só saiu com a chegada, enfim, do representante da OAB-RJ.
Na tarde da terça-feira 11, o órgão organizou uma coletiva de imprensa para se posicionar a respeito do incidente. Luciano Bandeira, presidente da Comissão de Prerrogativas da Ordem, anulou a audiência e a remarco para outro dia. Também pediu o afastamento dos policiais e da juíza envolvidos na prisão de Santos.
Apesar de toda a situação, Santos não quis taxar os acontecimentos como racismo. Sempre que falamos em racismo, dizem que é vitimismo. O que aconteceu naquela situação foi uma violação à minha dignidade como pessoa humana, não apenas como mulher negra. Sou negra, não vou mudar. Mas quero trabalhar livremente. A juíza leiga é advogada como eu, por que as algemas?”, questionou. A advogada também terá direito a um ato de desagravo (ou retratação) pelo constrangimento.
Carta Capital 
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